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População em situação de rua no DF cresce 72% em dois anos e acende alerta

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Praça em Brasília com barracas e pertences de população em situação de rua
Praça em Brasília com barracas e pertences de população em situação de rua

O deputado distrital Eduardo Pedrosa cobrou do Governo do Distrito Federal, durante sessão ordinária realizada na quarta-feira, 27 de maio de 2026, uma força-tarefa integrada entre as secretarias para conter o avanço da população em situação de rua. Segundo dados do censo da Secretaria de Desenvolvimento Social, o número saltou de 4.231 pessoas em 2023 para 7.300 em 2025, representando um crescimento de 72% em apenas dois anos. O parlamentar classificou a situação como grave e exigiu políticas públicas efetivas que vão além de abordagens isoladas.

Crescimento de 72% acende alerta no df

Pedrosa destacou que o aumento de mais de três mil pessoas nas ruas do Distrito Federal revela a insuficiência das ações atuais. Ele defendeu a participação conjunta da Sedes, da Secretaria de Saúde, da Secretaria de Segurança Pública e da Sedhab para garantir acolhimento, tratamento de saúde e reinserção social. O deputado argumentou que o problema não pode ser tratado apenas como questão de segurança pública, pois exige resposta coordenada de várias áreas do governo.

Integração entre pastas é defendida no plenário

O pronunciamento ressaltou que medidas fragmentadas não são capazes de resolver a complexidade da situação. Pedrosa afirmou que é necessário oferecer dignidade e perspectivas reais de reconstrução de vida para quem está nas ruas. Ele cobrou que o GDF atue de forma articulada para evitar que o número continue subindo nos próximos anos.

Em 2023, o censo registrou 4.231 pessoas em situação de rua. Em 2025, esse número subiu para 7.300. São mais de 3 mil pessoas a mais vivendo nas ruas da nossa cidade. Isso é um problema grave que precisa ser enfrentado com políticas públicas efetivas.

Eduardo Pedrosa

Em tom crítico, o parlamentar concluiu que o Distrito Federal precisa garantir que essas pessoas tenham para onde ir e recebam o suporte necessário. A ausência de integração entre as secretarias, segundo ele, perpetua o ciclo de exclusão e agrava a crise humanitária na capital.

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