Distrito Federal

TJDFT suspende expediente presencial no gabinete de Vera Lúcia Andrighi até maio de 2026

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Edifício do TJDFT em Brasília com portas fechadas, representando suspensão de expediente presencial.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) anunciou a suspensão do expediente presencial no gabinete da desembargadora Vera Lúcia Andrighi. A medida, válida de 13 de março a 1º de maio de 2026, foi estabelecida pela Portaria GPR 107/2026. Durante esse período, os atendimentos ocorrerão em modo telepresencial, com o transcurso regular dos prazos processuais.

Detalhes da portaria e período de suspensão

A Portaria GPR 107/2026, publicada em 9 de março de 2026, determina a interrupção temporária das atividades presenciais no gabinete específico da desembargadora Vera Lúcia Andrighi. Essa suspensão abrange um intervalo de quase dois meses, iniciando na sexta-feira, 13 de março, e se estendendo até 1º de maio de 2026, uma sexta-feira. O TJDFT enfatiza que a decisão visa manter a eficiência operacional sem prejuízos aos processos em andamento.

Os atendimentos serão realizados exclusivamente de forma telepresencial, garantindo que advogados, partes envolvidas e demais interessados possam prosseguir com suas demandas. Não haverá interrupção nos prazos processuais, o que assegura a continuidade das atividades judiciais. Essa adaptação reflete o compromisso do tribunal com a modernização e a acessibilidade remota.

Motivações para a suspensão

A principal razão para a suspensão do expediente presencial é a necessidade de executar serviços prediais e de acompanhamento no gabinete da desembargadora Vera Lúcia Andrighi. Esses serviços incluem manutenções e inspeções essenciais para o bom funcionamento das instalações do TJDFT. O tribunal optou por essa medida para evitar interrupções durante o horário de expediente normal.

Embora os detalhes específicos dos serviços não tenham sido divulgados, a portaria indica que as ações são necessárias para preservar a infraestrutura do gabinete. Essa abordagem proativa demonstra a atenção do TJDFT com a manutenção de seus espaços, priorizando a segurança e a eficiência. Usuários do sistema judiciário devem se preparar para interações virtuais durante o período afetado.

Impacto no funcionamento do TJDFT

A suspensão afeta apenas o gabinete da desembargadora Vera Lúcia Andrighi, sem impactos generalizados em outras áreas do TJDFT. Os prazos processuais continuarão a correr normalmente, e os atendimentos telepresenciais visam minimizar qualquer inconveniente. Essa estratégia alinha-se com práticas adotadas por diversos tribunais brasileiros para lidar com manutenções sem paralisar o judiciário.

Advogados e partes processuais são orientados a utilizar canais digitais para agendamentos e consultas. O TJDFT reforça que essa é uma medida temporária e que o retorno ao expediente presencial ocorrerá imediatamente após 1º de maio de 2026. A portaria representa um equilíbrio entre necessidades operacionais e o compromisso com a justiça acessível.

Contexto e recomendações

Em um cenário de crescente digitalização no Poder Judiciário, iniciativas como essa destacam a adaptação a ferramentas remotas. A desembargadora Vera Lúcia Andrighi, integrante do TJDFT, continua a exercer suas funções sem interrupções. Usuários devem consultar o site oficial do tribunal para atualizações sobre a Portaria GPR 107/2026 e orientações adicionais.

Essa suspensão não altera o calendário judicial amplo, mas serve como lembrete da importância de planejamento para manutenções prediais. O TJDFT mantém seu foco em transparência e eficiência, garantindo que o público seja informado sobre mudanças operacionais. Para mais informações, acesse os canais oficiais do tribunal.

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