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Tjdft debate rede de proteção a vítimas de violência doméstica em live

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Edifício do TJDFT em Brasília simbolizando rede de proteção a vítimas de violência doméstica.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) participou de um debate ao vivo sobre a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, promovido pelo Correio Braziliense. O evento, transmitido pelo canal do jornal no YouTube, reuniu especialistas como a juíza Fabriziane Zapata, a delegada Sandra Melo, a promotora Claudia Tomelin e Fabiana Gadelha. Realizado em 22 de janeiro de 2026, o debate destacou ações judiciais e desafios no combate à violência, no contexto do Janeiro Branco e em alusão ao Dia Internacional da Mulher.

Especialistas debatem rede de proteção

A discussão enfatizou a importância de uma rede integrada de proteção para mulheres em situação de vulnerabilidade. Participantes abordaram iniciativas do TJDFT, como o Projeto Maria da Penha Vai à Escola, que promove educação sobre a Lei Maria da Penha em instituições de ensino. Além disso, o debate explorou o Programa de Atendimento à Vítima (PAV), que oferece suporte psicológico e jurídico às afetadas.

A subnotificação de casos de violência doméstica surgiu como um dos principais desafios apontados. Especialistas destacaram como a pandemia agravou essa questão, isolando vítimas e dificultando o acesso a serviços de denúncia. A articulação entre instituições foi vista como essencial para superar esses obstáculos e garantir a aplicação efetiva de medidas protetivas.

É fundamental que haja uma articulação entre todos os atores envolvidos para garantir a efetividade das medidas protetivas.

A citação da juíza Fabriziane Zapata resume o consenso do debate. Ela reforçou a necessidade de colaboração entre judiciário, polícia e Ministério Público. Essa abordagem integrada visa não apenas punir agressores, mas também prevenir novos episódios de violência.

Contexto do Janeiro Branco e proteção à mulher

O evento ocorreu no âmbito do Janeiro Branco, campanha que promove a saúde mental e emocional. Os debatedores conectaram a violência doméstica a impactos psicológicos profundos nas vítimas, enfatizando a relevância do tema. Embora o Dia Internacional da Mulher seja em março, o debate serviu como uma alusão antecipada, preparando o terreno para discussões mais amplas sobre igualdade de gênero.

Transmitido de Brasília, DF, o debate alcançou um público amplo via YouTube, permitindo interação em tempo real. O Correio Braziliense, como organizador, buscou sensibilizar a sociedade sobre a urgência de proteger mulheres vítimas de violência doméstica. Essa iniciativa reflete o compromisso do jornal com temas sociais relevantes em 2026.

Desafios e ações futuras

Entre os desafios discutidos, a subnotificação continua a preocupar autoridades. A pandemia, embora em declínio, deixou legados como o aumento de casos não reportados devido ao confinamento. Especialistas como a delegada Sandra Melo e a promotora Claudia Tomelin defenderam o fortalecimento de canais de denúncia acessíveis e confidenciais.

O TJDFT planeja expandir programas como o Projeto Maria da Penha Vai à Escola para mais comunidades. Fabiana Gadelha contribuiu com perspectivas sobre o apoio comunitário, destacando a importância de envolver a sociedade civil. Essas ações visam reduzir a violência doméstica por meio de educação e conscientização preventiva.

O debate promovido pelo Correio Braziliense em 22 de janeiro de 2026 reforça a necessidade contínua de diálogo sobre proteção às mulheres. Com a participação de figuras chave do sistema de justiça, o evento inspira avanços na rede de proteção. No ano atual, iniciativas como essas são cruciais para combater a violência doméstica e promover uma sociedade mais segura.

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