No sábado, 26 de setembro, Kiko Caputo percorreu Taguatinga e Ceilândia para conversar com moradores e comerciantes. O candidato do Novo ao Governo do Distrito Federal apresentou propostas voltadas à redução da burocracia e à criação de condições para que pequenas empresas sobrevivam nos primeiros anos. A agenda reforçou a ideia de que o emprego nasce do empreendedor, não de programas estatais isolados.
Propostas para desburocratizar e gerar renda
Caputo defendeu um choque de gestão que inclua capacitação profissional e parcerias com o setor privado. Segundo ele, o objetivo é cortar em 80% a mortalidade de empresas no DF durante o mandato. A gente que vive em Ceilândia sabe como a papelada e a insegurança jurídica pesam no dia a dia de quem abre uma loja ou um salão.
Nós vamos desburocratizar, simplificar e dar segurança jurídica para quem quer empreender. O objetivo é reduzir em 80% a mortalidade das empresas nos primeiros quatro anos de mandato.
Kiko Caputo
Atendimento a demandas locais de saúde e segurança
As conversas também tocaram em eficiência dos serviços públicos. O candidato repetiu que o governo precisa respeitar o contribuinte e entender o papel do empreendedor na geração de renda. Em Ceilândia, essa mensagem chega em um momento em que muitos negócios ainda lutam para se recuperar após anos de dificuldades.
O DF precisa de um governo que respeite o contribuinte e que entenda que o emprego é gerado pelo empreendedor, e não pelo Estado.
Kiko Caputo
As visitas mostraram que a campanha busca ouvir quem está na ponta, sem promessas genéricas. Resta saber se as ideias de simplificação vão se traduzir em ações concretas para nossa cidade.
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