O Memorial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) disponibilizou nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, uma entrevista exclusiva da desembargadora Maria de Fátima Rafael de Aguiar ao Programa História Oral. Na conversa conduzida pelo desembargador Roberval Belinati, 1º vice-presidente do TJDFT, a magistrada compartilha detalhes de sua trajetória pessoal e profissional na magistratura. A iniciativa visa preservar a memória institucional do tribunal, registrando experiências de magistrados e servidores em Brasília.
Detalhes da entrevista disponibilizada
A entrevista foi publicada no canal do YouTube do TJDFT e na página oficial do Memorial do TJDFT. Nela, a desembargadora Fátima Rafael relata aspectos de sua formação e dedicação ao trabalho jurídico. O material está acessível ao público, permitindo que interessados em história judicial acompanhem as narrativas diretamente.
O Programa História Oral do TJDFT é uma ferramenta essencial para documentar trajetórias profissionais. Criado para capturar memórias institucionais, o programa já registrou diversas histórias de servidores e magistrados. Essa edição com Fátima Rafael reforça o compromisso do tribunal com a preservação de seu legado.
Trajetória pessoal e profissional de Fátima Rafael
A desembargadora Maria de Fátima Rafael de Aguiar destaca em sua entrevista métodos de estudo que adotava, como resumos divididos em módulos e temas. Essa abordagem reflete sua disciplina ao longo da carreira na magistratura. Ela ingressou no TJDFT e ascendeu a posições de destaque, contribuindo para o sistema judiciário do Distrito Federal.
Durante a conversa com o desembargador Roberval Belinati, Fátima Rafael enfatiza sua dedicação exclusiva ao trabalho. Ela menciona desafios atuais enfrentados pelos juízes, como o aumento no volume de processos. A magistrada aponta a tecnologia como aliada para otimizar o cumprimento das demandas judiciais.
Citações destacadas da desembargadora
Gostava de estudar por resumos divididos em módulos e temas.
Essa declaração revela o método prático que Fátima Rafael utilizava em sua preparação acadêmica e profissional. Ela demonstra como a organização foi fundamental em sua jornada na magistratura.
Não tenho outra ambição na vida a não ser trabalhar.
A frase ilustra o compromisso inabalável da desembargadora com sua carreira no TJDFT. Esse foco no trabalho é um traço marcante de sua trajetória, conforme compartilhado na entrevista.
O mundo mudou, cresceu! O número de juízes não é mais proporcional ao volume de trabalho e ao número de processos. Novos métodos e a tecnologia podem nos auxiliar e facilitar no cumprimento do trabalho.
Nessa reflexão, Fátima Rafael aborda as transformações no cenário judicial e a necessidade de adaptações. Ela sugere que inovações tecnológicas podem ajudar a equilibrar a carga de trabalho no TJDFT.
Importância do Programa História Oral
O Programa História Oral do Memorial do TJDFT serve como repositório valioso de experiências vividas por profissionais do tribunal. Ao registrar entrevistas como essa, o programa contribui para a compreensão da evolução da justiça no Distrito Federal. Iniciativas semelhantes em anos anteriores, como em 2025, já demonstraram o impacto na preservação histórica.
A disponibilização dessa entrevista em plataformas digitais como o YouTube amplia o alcance do conteúdo. Isso permite que estudantes, pesquisadores e o público em geral acessem insights sobre a magistratura brasileira. O TJDFT continua a investir em projetos que valorizam sua memória institucional.
Contexto e acesso ao material
A entrevista foi realizada em Brasília, sede do TJDFT, e publicada em 9 de janeiro de 2026. Interessados podem assistir ao vídeo completo no canal oficial do tribunal ou na página do Memorial. Essa ação reforça o papel do TJDFT na promoção da transparência e da educação jurídica.
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