Roda de samba homenageia mulheres em Ceilândia
Ceilândia, no Distrito Federal, recebe nesta quinta-feira, 5 de março de 2026, uma roda de samba especial em homenagem às mulheres sambistas. O projeto Rodoviária do Samba promove o evento gratuito e aberto ao público na Rodoviária do Setor O, a partir das 17h, durante a Semana da Mulher. Artistas como Kris Maciel, Yara Alvarenga, Negona, Ane Êoketu, Bruna Tassy e Fê Monteiro se apresentam, destacando o papel fundamental das mulheres no samba.
Participantes e realizadores
A iniciativa conta com a participação de realizadoras como Cris Pereira, Tâmara Jacinto e Guto Martins. As produtoras Onã Produções, Produção Criola e Instituto Cultural Black Spin Breaker’s estão envolvidas na organização. O evento recebe apoio do Boi do Seu Teodoro e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), sob a liderança do secretário Claudio Abrantes.
Importância cultural e inclusão
A roda de samba visa celebrar e homenagear o papel das mulheres na história e no futuro do samba, gênero musical que elas criam, sustentam e reinventam. Realizado em Ceilândia, o evento amplia o acesso à cultura e fortalece os territórios criativos do Distrito Federal. A escolha do local promove inclusão e participação comunitária, respeitando a identidade cultural local.
As mulheres têm um papel fundamental tanto na história quanto no futuro do samba. Elas criam, sustentam e reinventam esse gênero musical. A roda será um momento de celebrá-las. — Cris Pereira
Declarações e impacto
O secretário Claudio Abrantes enfatiza a relevância do evento para reconhecer a força das mulheres no samba e na construção da identidade cultural do DF. Ao levar a roda para Ceilândia, a iniciativa busca maior engajamento comunitário. Essa celebração gratuita reforça a importância de eventos culturais acessíveis durante a Semana da Mulher.
Celebrar as mulheres do samba é reconhecer a força de quem constrói, todos os dias, a identidade cultural do Distrito Federal. Ao levar a roda para Ceilândia, ampliamos o acesso à cultura e fortalecemos os territórios criativos, com respeito, inclusão e participação da comunidade. — Claudio Abrantes
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