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Douglas Campos enfrenta júri por tiroteio que matou o próprio filho em Ceilândia

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Rua residencial vazia em Ceilândia, Brasília, representando local de tiroteio trágico.

No Tribunal do Júri de Ceilândia, o julgamento de Douglas Campos, acusado de insistir em um tiroteio que resultou na morte de seu próprio filho, está marcado para 15 de janeiro de 2026. O crime ocorreu em maio de 2024, e o Ministério Público alega que o pai réu foi o responsável pela escalada da violência que levou à tragédia familiar. Esse caso tem chamado atenção pela gravidade das acusações e pelo impacto em discussões sobre violência doméstica no Distrito Federal.

Detalhes do crime

O incidente aconteceu em maio de 2024, quando Douglas Campos se envolveu em um tiroteio que culminou na morte de seu filho. Segundo os dados do Ministério Público, o pai insistiu na troca de tiros, o que diretamente causou o falecimento da vítima. As investigações apontam para uma sequência de eventos que escalou rapidamente, resultando nessa perda irreparável.

A vítima, filho de Douglas Campos, foi atingida durante o confronto armado. O Ministério Público baseia suas alegações em evidências coletadas no local do crime, destacando a responsabilidade do réu na insistência do tiroteio. Esse episódio reforça a necessidade de análises mais profundas sobre conflitos familiares que envolvem armas de fogo.

Acusações do Ministério Público

O Ministério Público acusa Douglas Campos de ter provocado intencionalmente a continuação do tiroteio, levando à morte do filho. A promotoria argumenta que as ações do réu foram decisivas para o desfecho fatal, sem indícios de defesa própria ou atenuantes imediatas. Essa posição será defendida no julgamento agendado para 15 de janeiro de 2026, no Tribunal do Júri de Ceilândia.

Embora motivos específicos não tenham sido divulgados, o foco das acusações reside na conduta do pai durante o incidente. O caso é tratado como homicídio, com o Ministério Público buscando uma condenação baseada em provas factuais. A ausência de justificativas claras torna o episódio ainda mais chocante para a comunidade local.

O julgamento iminente

O julgamento de Douglas Campos ocorrerá em 15 de janeiro de 2026, no Tribunal do Júri de Ceilândia, quase dois anos após o crime em maio de 2024. Espera-se que o processo traga à tona detalhes adicionais sobre o tiroteio e as circunstâncias que levaram à morte do filho do réu. O Ministério Público preparou um caso sólido, visando justiça para a vítima e sua família.

Esse evento judicial pode influenciar debates sobre leis de controle de armas e prevenção de violência familiar no Brasil. Com o ano de 2026 já em curso, o julgamento representa um momento crucial para o sistema de justiça criminal no Distrito Federal. A sociedade acompanha de perto, aguardando desdobramentos que possam promover maior segurança comunitária.

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