Em pronunciamento nacional nesta quarta-feira (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desejou boas festas à população e fez um balanço das ações do governo em um ano marcado por desafios e conquistas. Ele destacou que, apesar das dificuldades, o povo brasileiro saiu como o grande vencedor, com o Brasil deixando o Mapa da Fome, a retomada do Bolsa Família, o fortalecimento da agricultura familiar e a valorização do salário mínimo. Lula enfatizou investimentos em geração de empregos e alimentação nas escolas, além do fim do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, o que beneficiará milhões de famílias a partir de janeiro, aliviando contas e aquecendo a economia. Na saúde, mencionou o programa Agora Tem Especialistas para reduzir filas no SUS, e citou iniciativas como Pé-de-Meia, Gás do Povo, Luz do Povo, o retorno do Minha Casa Minha Vida e o novo Reforma Casa Brasil, defendendo moradia digna como direito fundamental. Obras como a Transposição do Rio São Francisco e o Novo PAC também foram lembradas.
No âmbito econômico, o presidente comemorou a menor taxa de desemprego da história, recordes em empregos com carteira assinada e na renda média dos trabalhadores, além da inflação acumulada mais baixa de todos os tempos, resultando nos menores índices de pobreza e desigualdade. Dois milhões de pessoas deixaram o Bolsa Família neste ano por melhora de renda, e a nova Carteira Nacional de Habilitação promete ser até 80% mais barata. Para 2026, Lula apontou desafios como o crime e a violência, elogiando operações da Polícia Federal contra o crime organizado, que pela primeira vez atingiram o “andar de cima”, e prometeu esforço nacional contra a violência às mulheres, convocando os homens a se aliarem.
Internacionalmente, Lula ressaltou o respeito reconquistado pelo Brasil, com 9 milhões de turistas na COP30 em Belém do Pará, um sucesso que consolidou a liderança global no clima. Enfrentou o “tarifaço” com diplomacia, abrindo 500 novos mercados e evitando demissões. No encerramento, defendeu o combate a privilégios e o fim da escala 6×1 sem redução de salário, atendendo demanda popular por mais descanso e tempo com a família.
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