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Descubra como o Bolsa Família de julho transforma vidas em meio a desafios climáticos

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Em uma manhã comum de segunda-feira, milhares de famílias brasileiras acordam com a expectativa de um alívio financeiro essencial. Nesta data, 17 de julho, a Caixa Econômica Federal libera a parcela do novo Bolsa Família para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) terminando em 2. O valor mínimo é de R$ 600, mas com adicionais que elevam a média para R$ 683,28, o programa atinge impressionantes 18,65 milhões de famílias, injetando R$ 12,69 bilhões na economia. Imagine mães de bebês recém-nascidos recebendo R$ 50 extras por seis meses para nutrir seus filhos, ou gestantes e nutrizes garantindo um acréscimo similar, enquanto crianças de até 6 anos recebem R$ 150 e jovens de 7 a 18 anos, R$ 50 cada. Essa rede de suporte, consultável pelo app Caixa Tem, segue o calendário tradicional nos últimos dez dias úteis do mês, mas ganhou contornos especiais este ano.

Para famílias em regiões castigadas por intempéries, o socorro veio mais cedo. Na sexta-feira, 14 de julho, 735 municípios tiveram pagamentos unificados, independentemente do NIS, beneficiando comunidades no Rio Grande do Sul (497 cidades), Acre (22), Rio Grande do Norte (147), Paraná (38), Sergipe (9), São Paulo (7), Piauí (6), Roraima (6) e Amazonas (3). Lugares como Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, onde um tornado destruiu 90% das construções, exemplificam a urgência dessa medida, voltada a áreas afetadas por chuvas, estiagens ou vulnerabilidades indígenas. A lista completa está no site do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, destacando como o programa se adapta a realidades duras.

Outras novidades marcam o Bolsa Família: desde o ano passado, não há mais desconto do Seguro Defeso, graças à Lei 14.601/2023, beneficiando pescadores artesanais durante a piracema. Cerca de 2,42 milhões de famílias estão na regra de proteção, recebendo 50% do benefício por até dois anos ao ingressar no mercado de trabalho, com limite de meio salário mínimo por membro – embora, desde junho, o prazo caia para um ano para novos entrantes. Neste mês, o Auxílio Gás, bimestral, fica de fora, retornando em dezembro para famílias no CadÚnico com preferência a mulheres responsáveis ou vítimas de violência doméstica, desde que haja um beneficiário do BPC. Essas camadas de apoio tecem uma narrativa de resiliência cotidiana, onde o governo federal busca equilibrar necessidades imediatas com horizontes mais estáveis.

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