Em meio ao caos deixado por um ciclone implacável, o governo federal surge como um farol de esperança para os municípios paranaenses devastados. O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciou pelas redes sociais o envio de equipes de ajuda humanitária e apoio à reconstrução, focando nas áreas mais castigadas. No coração do Centro-Sul do Paraná, Rio Bonito do Iguaçu emerge como o epicentro da tragédia, com mais de 50% de sua área urbana transformada em um cenário de destruição. Casas, comércios e prédios públicos perderam telhados inteiros, estruturas colapsaram sob a força dos ventos, e a malha viária e a rede elétrica foram severamente danificadas, deixando parte da população às escuras. A Defesa Civil do estado registra quatro mortes e 432 feridos, números que ecoam o sofrimento de uma comunidade inteira lutando para se reerguer.
Enquanto isso, o ministro Góes mantém contato direto com os prefeitos de Rio Bonito do Iguaçu e de Laranjeiras, orientando sobre os passos para decretar situação de emergência e agilizar a assistência. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também se pronunciou nas redes, oferecendo solidariedade às famílias afetadas. “Este é um momento de união e de soma de esforços entre governos e sociedade para apoiar a população e reconstruir o que foi perdido”, declarou ela, destacando a importância de uma resposta coletiva. Para os jovens que acompanham essas histórias, é um lembrete de como eventos naturais podem alterar rotinas cotidianas, inspirando ações de solidariedade e resiliência em tempos de crise.
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